O Chega vai apresentar no Parlamento uma proposta para permitir que os trabalhadores se possam reformar aos 65 anos de idade ou quando atinjam 40 anos de descontos, independentemente da idade.
A medida foi anunciada esta terça-feira por André Ventura, líder do partido, durante uma conferência de imprensa realizada na sede do Chega, em Lisboa. Ventura defendeu que o objetivo é garantir maior justiça para quem trabalhou e descontou durante várias décadas.
Além da alteração à idade da reforma, o Chega quer também criar um teto máximo de 4.500 euros para as pensões mais elevadas. Segundo André Ventura, esta medida pretende combater desigualdades no sistema de reformas, apontando críticas aos valores recebidos por alguns antigos governantes.
O líder do Chega afirmou que o partido quer “garantir que quem tenha 40 anos de descontos possa reformar-se, independentemente da idade”, mantendo também a defesa da descida da idade da reforma para os 65 anos.
A proposta deverá agora seguir para discussão parlamentar. A proposta dos 65 anos ou 40 anos de descontos tem sido uma das bandeiras recentes do Chega nesta área





